LIXO ESPACIAL

No máximo, 11 quilômetros, mínima para padrões cósmicos, separou a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) de um destroço do satélite russo Cosmos 2251, que em 2009 se chocou com outro instrumento do mesmo tipo, o Iridium 33, dos EUA. Com a colisão, mais de dois mil pedaços maiores do que uma bola de tênis se espalharam pelo espaço, somando-se aos pelo menos 22 mil detritos desse tamanho que orbitam a Terra. André Julião - ISTOÉ
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Lixo espacial – Tirinha do Caranga - Chicolam. Instituto CARANGUEJO de Educação Ambiental
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O grande precursor do acúmulo de detritos no espaço foi o Sputnik, o primeiro satélite artificial da Terra, lançado em 1957 pela antiga União Soviética. Hoje em dia, há cerca de 800 satélites ativos em órbita e aproximadamente 17.000 destroços acima de 10 centímetros, 200.000 objetos com tamanho entre 1 e 10 centímetros e dezenas de milhões de partículas menores que 1 centímetro, voando ao redor do planeta a velocidades em torno de 28.000 quilômetros por hora. ClickeAprenda
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A síndrome de Kessler propõe que o volume de detritos espaciais na órbita terrestre baixa é tão alto nos dias de hoje que os objetos colocados em órbitas são freqüentemente atingidos por esses, criando assim outros detritos e um maior risco de futuros impactos. NO MUNDO DA LÚ
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A atividade espacial foi iniciada em 1957 com o lançamento do primeiro satélite artificial, Sputinik 1, e assim como qualquer outra atividade humana, a atividade espacial produz lixo. Observatório do CDCC – USP/SC. Setor de Astronomia (OBSERVATÓRIO) (Centro de Divulgação da Astronomia – CDA) Centro de Divulgação Científica e Cultural.

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