PONTO DE VISTA DO AMOR


Não há relação amorosa no mundo que não tenha sido ou que não será, num momento ou noutro, abalada pelos ciúmes de um dos elementos do casal. Faz parte da natureza humana e parece, quase sempre, mais forte do que nós, porém, não é. Ou seja, controlar os ataques de ciúmes é mais fácil do que imagina e vale a pena o esforço – a bem da sua sanidade mental e a bem do amor entre o casal… caso contrário, pode ser o início do fim de qualquer relação. Ciúmes
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As pessoas ciumentas agem assim por que estão completamente entregues ao orgulho, a ganância, ao egoísmo, a mesquinharia, essas pessoas alimentam um conceito simplesmente insano, a de que a pessoa com quem tem relacionamento é propriedade delas, e no caso dos relacionamentos amorosos, é propriedade de uso total e exclusivo do conjugue, é como se tivessem comprado o outro, e esse outro passa a ser uma mera propriedade, aquela pessoa ‘amada‘ não tem direitos, liberdades nem individualidades. Sete Antigos Heptá
Considerada uma das emoções humanas mais potentes, o ciúme pode variar em termos de tipo e de grau de intensidade e é mais dominantes é na esfera amorosa. Quem sente ciúmes tem, por norma, pensamentos e sentimentos negativos em relação à ameaça de perda de algo que possui e que lhe é muito importante e precioso. Ciúmes
O Ciúmes é um sentimento que nada tem a ver com amor, afeição, ou carinho, na verdade é um instinto básico que o corpo humano trás de seu lado animal, assim como: instinto de roubar, instinto de estuprar, instinto da violência/raiva, instinto da acomodação/zona de conforto, instinto de mentir/enganar, instinto da promiscuidade.  A pessoa ciumenta na verdade está defendendo o seu orgulho, egoísmo, prepotência, ganância, mesquinharia. Pois amor não tem nada a ver com ciúmes, o amor liberta, quem ama de verdade quer o bem estar da pessoa amada, quer a pessoa amada feliz, realizada, entusiasmada, saudável. Sete Antigos Heptá
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O ciúme, por fim, talvez possa ter a utilidade de um alarme. Que precisa ser desligado assim que cumpre a sua função de acordar o casal. Ninguém consegue viver com esse ruído intermitente. Mas ele pode ser útil ao lembrar aos dois que é preciso renovar os laços, e recuperar as convicções, e retornar de mãos dadas ao momento em que a relação era uma promessa factível de felicidade e de suficiência e de alegrias a dois. Ou isso ou é melhor ir embora.  Adriano Silva – O Executivo Sincero

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