O quarto macaco!



O homem por sua natureza e necessidades é um ser interdependente e social; não nasceu para viver sozinho, não sabe viver sozinho e, em seu íntimo, não quer viver sozinho. (o indiscutível sucesso das redes sociais são provas incontestes disso)

O que faz então o homem abrir mão dessa necessidade tão forte de socialização para se tornar cada vez mais egoísta, individualista e mesquinho? Boa parte da resposta está nas constantes políticas de Estado que visam desarticular a capacidade de socialização e mobilização da população com o objetivo de enfraquecer-lhes a representatividade e poder de pressão, facilitando a imposição de seus interesses privados travestidos como de interesse público, em suma, a velha política romana de guerra do Dividir e Conquistar, ou seja, com a população desmobilizada e dividida, vencem os argumentos do Estado e dos que o influenciam. Franklin Maciel


A clássica história dos “três macacos sábios” do santuário de Toshogu transmite um ensinamento simples, devemos ser cuidadosos com o que dizemos, com o que ouvimos, e também com o que vemos, que fica no Japão, a escultura com os três macacos clássicos (um tapando os olhos, outro, os ouvidos, e o último, a boca), data de 1636. Para os japoneses, por exemplo, refere-se a um código filosófico e de conduta que realça a necessidade de sermos prudentes: “Não veja o mal, não ouça o mal, não fale com maldade”.  Iris Cor de Mel



Um macaco a mais ou a menis não faz diferença!TarSilveira, in: 



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