Dia Internacional da Mulher Indígena

Dia Internacional da Mulher Indígena, a data 05 de setembro  foi instituída em 1983, durante o II Encontro de Organizações e Movimentos da América, em Tihuanacu (Bolívia). A escolha desse dia foi feita porque em 05 de setembro de 1782 morreu Bartolina Sisa, mulher quéchua que foi esquartejada durante a rebelião anticolonial de Túpaj Katari, no Alto Peru. A ONU Mulheres marcou a data reafirmando o apoio às mulheres indígenas na busca por justiça e em defesa dos direitos individuais e coletivos.



Os povos indígenas brasileiros são tratados como cidadãos de segunda classe, tendo suas vidas decididas por medidas governamentais arbitrárias e vivendo em constante conflito por disputas de terras. As mulheres indígenas acabam sendo alvos de violência sexual, ameaças e assassinatos. Fora as dificuldades em relação a saúde e educação. Blogueiras Feministas

Si bien no hay acuerdo acerca del origen de Bartolina Sisa, se puede afirmar que nació en el departamento boliviano de La Paz, el 25 de agosto de 1750, aunque no está esclarecido si fue en Qara Qhatu o en Sullkawi.

Era hija de Josefa Vargas y José Sisa, que se ganaban la vida con el comercio de telas y de coca de los Yungas, para liberarse de la opresión a la que estaban sometidos los pueblos que eran originarios de esos lugares de latinoamérica.

Bartolina Sisa pudo liberarse del sometimiento a la servidumbre y a la esclavitud de las que estaba presa su nación originaria, tomando conciencia plena y asumiendo una convicción profunda para luchar por la emancipación y redimir de la opresión a su pueblo. Bia Cardoso

“A sobrevivência de nossos povos deve-se em grande medida à luta anônima e tenaz das mulheres indígenas” Eu sou pelas mulheres indigenas




“É importante reconhecer as lutas, conquistas, habilidades, e contribuições culturais das mulheres indígenas, e também sua enorme responsabilidade na transferência de conhecimento: através de gerações, elas mantêm vivos os valores ancestrais dos nossos antepassados”. A ONU Mulheres destaca que as indígenas são essenciais em diversas economias, trabalhando por segurança e soberania alimentar e pelo bem-estar de famílias e comunidades. Dalva Day

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