Jacinda Ardern

Prime Minister Jacinda Ardern said today was a "sad and sobering reminder" of what we are dealing with, given the four new Covid-19 related deaths. Jason Walls
Our death toll now stands at nine.
"It is our deadliest day to date."
At a wide-ranging post-Cabinet press conference this afternoon with Finance Minister Grant Robertson, the PM spoke about "considerable restrictions" still in place when New Zealand comes out of lockdown, a $130m support package for tertiary students, and the potential impacts of Covid-19 on the economy. New Zealand Herald

“Jacindamania” – a term coined shortly after she became head of the New Zealand Labour party in 2017 – has reached new heights, with New Zealand’s prime minister winning worldwide praise for her handling of the national tragedy. Solange MOUGIN - FRANCE 24
A day after the attack, when Ardern visited a Christchurch refugee centre to meet community leaders, she earned the respect of the Muslim world when she arrived in a hijab, carrying off the headscarf with natural poise, placed her hand on her heart, a traditional Muslim gesture, and said a simple, “Asalaam alaykum,” (peace be with you) as the grieving crowd murmured, “Wa alaykum asalaam,” (And peace be to you too).
Vestida de preto e de lenço na cabeça, Jacinda Ardern encontra no sábado (16/03) membros da comunidade muçulmana após ataques terroristas a duas mesquitas na cidade de Christchurch
Às vezes, a política pode ser algo simples, feita com sensibilidade e sensatez: ignore o autor dos ataques, nomeie as vítimas, dê voz ao sofrimento delas. E prometa a elas fazer todo o possível para que algo assim jamais se repita – dificultando o acesso a armas semiautomáticas. Pois, em quase todo o mundo, sabe-se que menos armas significa mais segurança (e onde essa máxima não é conhecida, há mais coisas dando errado). Deutsche Welle
"Onde há perigo, lá também cresce o que salva", diz uma frase do poeta alemão Friedrich Hölderlin, com a qual se pode descrever sucinta e resumidamente os últimos acontecimentos na Nova Zelândia.
Jacinda Ardern
O governo previu que o desemprego aumentaria em razão da desaceleração global e doméstica. "É aqui que podemos agir e é por isso que estamos fazendo isso", afirmou Ardern em entrevista coletiva, anunciando a decisão. "Reconhecemos que os trabalhadores neozelandeses que dependem de salários sofreram cortes salariais e perderam seus empregos como resultado da pandemia global". Estadão Conteúdo - Gazeta do Povo

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