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WhatsApp, médicos e ambulâncias: a SAMU heroica de Paraisópolis - The Intercept Brasil

Moradores montam SAMU paga por eles próprios ao custo de R$ 6 mil por dia. Um grupo de pessoas chamado “presidentes de rua” é o responsável por passar informações à Associação de Moradores. Cada presidente cuida de uma área. O sistema de emergência é acionado e leva os doentes a duas escolas transformadas em hospitais. bartolina sisa

Além dos veículos, sete profissionais de saúde, incluindo dois médicos, fazem plantão 24 horas por dia na comunidade. O serviço custa caro, R$ 5 mil a diária, e Gilson diz que está sendo pago por doações dos moradores e de empresários do lugar. Eliane Gonçalves - RadioagênciaNacional

“As pessoas não conseguem se encaixar nessas recomendações, como ter álcool gel e máscara, que é artigo de luxo hoje em dia. Lavar as mãos toda vez que for necessário não é possível, porque falta água, principalmente à noite e no fim de semana. São muitas as dificuldades, como a quarentena, ou a não aglomeração em uma comunidade com 100 mil pessoas concentradas em casas pequenas e famílias numerosas”, diz a estudante Angélica Araújo, de 19 anos, que mudou a rotina para ser voluntária.

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