Energia solar por delivery

startup Renova Green vende a moradores de Curitiba (PR), como se fosse TV por assinatura em vez de vender os painéis para geração de energia solar.  O equipamento fica na casa do cliente e ele paga uma mensalidade, assim como a taxa de instalação dos equipamentos. eco4planet
Os painéis são colocados no teto da casa já com um conversor, ou seja, não é necessário espaço extra em casa para ter o equipamento. Os dois sistemas – solar e elétrico tradicional – operam juntos. Se não houver sol suficiente, será consumida a energia elétrica. A mudança é automática.
O sistema gera, em média, 60 kWh por mês, garantindo uma economia na conta de cerca de R$ 40. Uma família de quatro pessoas gasta, em média, 200 kWh por mês nas regiões atendidas pela AES Eletropaulo.
Se o cliente quiser aumentar a economia, será necessário instalar mais placas solares. Se o consumo da casa for menor que a captação da energia solar, o que sobrar vira crédito para as próximas contas. O prazo para usar a diferença é de 5 anos, mas normalmente ela já é consumida no próximo mês.
A Renova Green oferece os painéis solares, a instalação e a manutenção do produto. O custo da compra dos painéis solares é caro, e o retorno sobre o custo é muito lento (entre oito e dez anos), com esse conceito o pagamento ocorre em menos de um ano, e não é necessário um alto investimento inicial. Portal da Energia

A geração da própria energia em casa já é permitida no Brasil, assim painéis solares e pequenas turbinas eólicas podem ser ligadas à rede elétrica, gerando energia para economizar na conta de luz.
As empresas que desejam fugir das variações dos preços das contas de luz estão mudando de fonte de energia, da elétrica para a solar. E para isso, os empreendimentos não necessitam ocupar nenhum centímetro de seus espaços para instalar as placas. Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial
“Na locação, o valor é menor do que a energia da rede. O aluguel é definido sem levar em consideração as bandeiras. Se porventura houver uma bandeira amarela, ou vermelha 1 ou 2, o cliente estará economizando mais ainda. Além disso, o contrato que nós fazemos é reajustado pela inflação e as tarifas de energia têm mostrado, historicamente, reajustes maiores que a inflação”, destaca Otavio Segatto, engenheiro e sócio da UFV Origem I, que propõe um modelo de negócio diferente: a usina fotovoltaica aluga as placas instaladas em uma área de dois hectares de uma fazenda em Planaltina, a 40 km do centro de Brasília, e em troca, os clientes recebem descontos na fatura mensal da distribuidora de energia. Gabriel Fialho

Desde 2015, a ANEEL permite a geração compartilhada de energia fotovoltaica, em que vários consumidores podem formar um consórcio ou cooperativa para ratear custos de aquisição, instalação e manutenção a partir do autofinanciamento, além do aluguel energia solar. NHS Solar

Segundo a resolução nº 687/2015, Pessoas Físicas ou Jurídicas podem formar um grupo de consórcio, que deve ser composto por pelo menos três pessoas ou três empresas. O local onde será instalado o sistema para micro ou minigeração de energia distribuída deverá ser diferente do ponto onde estão as unidades consumidoras para as quais a energia excedente será compensada, a empresa que fará a instalação medirá a necessidade energética do grupo, informando a concessionária. O projeto então será desenhado e aprovado pela central elétrica, pelos próximos 25 anos, no mínimo.


Geração Distribuída Bate Novo Recorde No Brasil Em 2019 Com Placas Solares

Essa modalidade também representa uma oportunidade para empreendedores. Algumas empresas brasileiras já lançaram planos de consórcio para quem quer investir em energia solar, que seguem o mesmo modelo dos consórcios de automóveis e imóveis: os grupos pagam parcelas mensais e, todos os meses, um número específico de participantes é contemplado, seja por sorteio ou lance.

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