O Pão Que o Viado Amassou!?!

Rafael Marciano, 32 anos, trabalha como pintor, mas por conta da pandemia, está sem serviços, foi então que usou os seus dotes culinários, que sempre gostou de cozinhar, decidiu fazer salgados e doces para vender, e não deixar faltar nada em casa, que é alugada. 
Rafael nasceu sem o braço esquerdo, resultado de uma malformação desse lado do corpo, ele trabalhava como pintor antes da pandemia, mas já tinha sido aconselhado pelo médico a procurar outro trabalho, depois que sofreu um infarto e foi parar na UTI. DANIEL FROES - Razões para Acreditar

“Eu sempre gosto de fazer pães e salgados e entregar para as pessoas em situação de rua”. VOAA

Gabriel Castro, 34 anos, atuava como ator, trapezista e DJ antes da pandemia. Quando a quarentena começou, ele precisou se reinventar para manter as contas em dia. De quebra, ele viu uma oportunidade para desmistificar muitos conceitos homofóbicos.

E o nome (maravilhoso) “o Pão Que o Viado Amassou” surgiu em uma conversa com uma amiga. Ela perguntou onde estavam os amigos de Gabriel e ele respondeu: “Estão na sala, comendo o pão que o viado amassou”. E boom, nome criado! 

A padaria que funciona apenas por delivery trouxe um conceito totalmente diferenciado: além de pães saborosos, propaga com positividade a realidade da comunidade LGBTQ+ MONIQUE DE CARVALHORazões para Acreditar

“Minha intenção é botar na casa das pessoas a cultura gay. não tenho pretensão de fazer fortuna, mas quero discutir a realidade bicha com a sociedade”.

Jovem ‘zombada’ por vender sacos de lixo para ajudar a mãe não abaixa a cabeça 1


A estudante de enfermagem Clara Soares, 18 anos, vende sacos de lixo e panos de chão em Ceilândia (DF) para ajudar a mãe. Razões para Acreditar

“Morro de orgulho, não tô roubando nada de ninguém, pelo contrário. Não tem coisa melhor que ter seu próprio dinheiro. Ajudo minha mãe em tudo, tanto em casa quanto financeiramente. Foi decisão minha ir pra rua para ajudá-la, afinal, quem nasce em família pobre não tem medo do mundo, tem que por as cara mesmo.”

“No momento eu confesso que fiquei mal, chorei bastante, não queria fazer mais nada. Mas depois eu ignorei. Ruim mesmo é não trabalharQualquer trabalho é digno, conta Clara.

Isaac tem 13 anos e, assim como milhares de brasileiros, vive uma vida simples e com o dinheiro contadinho. Foi por isto que o garoto começou a fazer cuscuz para ajudar no orçamento familiar e, assim que recebeu o primeiro pagamento comprou um lanche para sua mãe Benedita. Fã de Belchior e apaixonado pela sua família, Isaace sua família vivem em Tianguá (CE). GABRIELA GLETTERazões para acreditar

Garoto que faz cuscuz para ajudar mãe é alvo de ataques racistas e internet responde com amor 1

Todas as vezes que coloquei meu filho diante do espelho e repeti inúmeras vezes que ele era especial, que ele era lindo, educado, inteligente, valeram a pena hoje. Porque ele não se abalou, nenhum pouco. Mesmo diante de tanta coisa horrível”, disse sua mãe Benedita.

comemoração 50 mil seguidores

Se puder ajudar alguém, ajude! Essa é a mensagem deixada por um desconhecido que comprou todo o algodão doce de um idoso que estava trabalhando debaixo de uma forte chuva em Villahermosa, no México DANIEL FROES - Razões para Acreditar

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“Sou apenas um cidadão simples que odeia injustiça a qualquer outra pessoa”, diz na sua bio na rede social. Twitter @francoleal215

Ele fez a diferença na vida do senhorzinho, e levou apenas 2 minutos para isso. Quer dizer, não precisamos de ‘montanhas de dinheiro’ e nem de tempo sobrando para praticar o bem. Simplesmente foi lá e fez!








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